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O quá quá quá do Cisne Preto é uma coletânea de contos, crônicas e casos, em cuja maioria o rádio vai permeando as histórias. Alguns falam dos projetos de rádio desenvolvidos pela Cobram, outros têm menções sobre a vida publicitária e outros, ainda, são reminiscências da infância e algumas ficções.

De modo geral são histórias bem humoradas, algumas mais emocionais, outras que espelham a realidade e que procuram valorizar o rádio como negócio, como mídia e como instrumento de lazer para grande parte da população, tanto no passado como nos dias de hoje, independentemente de ser considerado o “patinho feio” da mídia brasileira.

Essa coletânea começou de maneira bem singular quando um amigo, o Paulo Mai, apresentador do Jazz Masters na Rádio Eldorado e diretor do site radioagencia.com.br (exclusivo sobre assuntos do Rádio), me convidou para escrever alguns textos sobre o rádio para serem inseridos numa coluna de crônicas. Primeiro começaram os textos que falavam dos projetos profissionais, “cases”, que foram romanceados para não ficarem com aquele aspecto de texto técnico. Depois vieram as experiências com histórias inéditas que foram sendo criadas à medida que as idéias e as lembranças cutucavam a minha memória. O próprio Paulo Mai disse numa ocasião que aquilo poderia dar um livro e que a minha coluna estava sendo bastante acessada para a leitura das minhas histórias.

Quando percebi havia uma série extensa que poderia, talvez, dar um livro. Mostrei o trabalho para algumas pessoas e fui estimulado a prosseguir com o plano. Agora, com a ajuda da Raquel Santangelo da SRS Editora, com o apoio da Livraria Nobel (Al. Lorena) e grande colaboração de todos os meus amigos da Cobram, que viram na obra uma oportunidade de mostrar nosso trabalho e o valor do Rádio para o mercado, lanço “O quá quá quá do Cisne Preto”, com prefácio do nosso amigo João de Simoni, ilustrações e capa de Luciano Tasso, arte e diagramação de Carmine Santangelo e depoimentos, dos quais me orgulho muito: do Sérgio Reis, cantor, Raul Côrte (sócio diretor da Cobram), Elisa Coelho (diretora de atendimento da Full Jazz) e do Paulo Mai, diretor da DigiMaker e do HYPERLINK, www.radioagencia.com.br.

Como o próprio nome diz o “O quá quá quá do Cisne Preto” é o próprio rádio numa outra roupagem, visto de uma maneira diferente, mais raro, mais valorizado. É o patinho feio transformado, atualizado, brincando e passando uma mensagem de crença, de trabalho e de conquistas para todas as pessoas do nosso segmento.

O livro destina-se a estudantes de modo geral e principalmente àqueles das áreas de humanas, professores universitários, profissionais da publicidade, do rádio e de outros meios de comunicação, aos profissionais da área de marketing e comunicação de anunciantes e, também, ao público em geral.